“A Viagem” wins Best Narrative Short Award at RiverRun International Film Festival.

The Awards are in!

The festival is a wrap and the awards have been announced…see below for a full list of the winners.  Thanks again to everyone for making this year’s Festival such a smashing success, and keep checking back in the coming days for more news!

Audience Awards

  • Kilpatrick, Townsend & Stockton, LLP Audience Award for Best Narrative Feature — Monsieur Lazhar (Canada), directed by Philippe Falardeau
  • Kilpatrick, Townsend & Stockton, LLP Audience Award for Best Documentary Feature — Chasing Ice (USA), directed by Jeff Orlowski
  • Altered States Audience Award for Best American Independent Film — Small, Beautifully Moving Parts (USA), directed by Annie Howell and Lisa Robinson

Jury Awards (Narrative Feature Competition)

  • Best Narrative Feature — Found Memories (Argentina/Brazil), directed by Júlia Murat
  • Peter Brunette Award for Best Director — Júlia Murat, Found Memories (Argentina/Brazil)
  • Best Actor — Mohamed Fellag in Monsieur Lazhar (Canada)
  • Honorable Mention, Best Actor — Anders Danielsen Lie in Oslo, August 31st (Norway)
  • Best Actress — Nadezhda Markina, Elena (Russia)
  • Honorable Mention, Best Actress — Sonia Guedes, Found Memories (Argentina/Brazil)
  • Best Cinematography — Lucio Bonelli, Found Memories (Argentina/Brazil)
  • Best Screenplay — Philippe Falardeau, Monsieur Lazhar (Canada)

Jury Awards (Documentary Feature Competition)

  • Best Documentary Feature — The Boy Who Was a King (Bulgaria/Germany), directed by Andrey Paounov
  • Best Director — Lauren Greenfield, Queen of Versailles (USA)
  • Human Rights Award — Love Free or Die (USA), directed by Macky Alston

Jury Awards (Shorts Competetion)

  • Best Narrative Short — The Trip (Portugal/USA), directed by Simao Cayatte
  • Honorable Mention, Best Narrative Short — They Say (Spain), directed by Alauda Ruiz de Azúa
  • Best Documentary Short — Cutting Loose (UK), directed by Finlay Pretsell and Adrian McDowall
  • Best Animated Short — Something Left, Something Taken (USA), directed by Ru Kuwahata and Max Porter
  • Honorable Mention, Best Animated Short — Bottle (USA), directed by Kirsten Lepore
  • Honorable Mention, Best Animated Short — Luminaris (Argentina), directed by Juan Pablo Zaramella
  • Best Student Narrative Short —  Against The Sea (USA), directed by Richard Parkin of UCLA
  • Best Student Documentary Short — Where We Live(USA), directed by Fady Hadid of USC
  • Best Student Animated Short — The Reality Clock (USA), directed by Amanda Tasse  of USC
  • Honorable Mention, Best Student Animated Short — Bottle (USA), directed by Kirsten Lepore of Cal Arts
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Simão Cayatte: Na competição da cinéfondation

O Festival criou em 1998 uma secção para apoiar a criação cinematográfica no mundo e revelar jovens cineastas.  Uma das várias iniciativas (há um atelier de desenvolvimento por onde passou o realizador João Pedro Rodrigues) é uma selecção oficial, de quinze a vinte curtas e médias-metragens de escolas de cinema. Simão Cayatte, acabado de sair do Curso de Cinema da Universidade de Colúmbia, nos EUA é na verdade este ano o único representante português numa Competição Oficial, apresentando na próxima sexta (20), uma curta-metragem intitulada ‘A Viagem’ na Cinéfondation. Trata-se de uma história simples, mas bem trabalhada do ponto de vista da mise-en-scéne, com uma vaga inspiração no realismo fantástico, baseada num conto de Sophia de Mello Breyner. Conta a história de António (Orlando Costa) que para livrar-se da sua vida rotineira de comerciante, decide alugar um carro descapotável para fazer com a mulher (Margarida Carpinteiro) uma viagem de sonho. Tudo parece perfeito até se perderem no caminho.

IMAGENS DE FUNDO: Em primeiro lugar qual é a sensação de estar em Cannes com um filme? Estavas à espera de ser seleccionado? Como foi esse processo?

SIMÃO CAYATTE: Estar em Cannes é um privilégio único como realizador do filme e como único Português na selecção oficial em competição. Quando recebi o convite apenas dois dias depois de o festival ter recebido o filme fiquei obviamente felicíssimo. Como houve acima de 1500 candidaturas este ano, estava preparado para ser rejeitado porque as hipóteses eram baixissimas. Mas não se consegue prever estas coisas. Acima de tudo o melhor foi poder partilhar a notícia com os actores e a equipa, que deram o máximo e acreditaram na história.

IF: A curta ‘A Viagem’ é uma espécie de filme-tese do teu curso na Universidade de Colúmbia nos EUA, certo? Fala-me um pouco com chegas-te aqui…a tua formação em cinema?

SC: Comecei a fazer curtas-metragens em 2007 depois de ter estudado teatro em Londres. Sempre amei o cinema e apesar de ter trabalhado como actor sempre quis realizar. A minha segunda curta-metragem (The Blind Voyeur) ganhou o Jury Prize no Festival FILMAKA atríbuido por Werner Herzog. Foi isso que me motivou a candidatar-me à Universidade de Columbia onde comecei a estudar em 2008.

IF: Como chegaste ao conto da Sophia de Mello Breyner que deu origem à curta?

SC: Conhecia o conto há muito tempo e lembro-me de este me causar grande angústia cada vez que o lia, mas nunca soube bem porquê. Foi há uns dois anos que decidi tentar perceber o que havia no conto que me fascinava tanto. Tentei perceber, à minha maneira, o que significava a metáfora do desaparecimento das coisas umas atrás das outras e várias outras imagens que me interessavam como a do sonho comum de duas pessoas em viagem, a necessidade de fugir para a frente, etc. A partir daí criei os personagens de António e Maria, e depois de cerca de dez revisões ao guião estava pronto a filmar.

IF: Para uma curta de escola como conseguiste actores tão veteranos?

SC: Quando escrevi a curta estava completamente focado nos arcos dos personagens, no diálogo, e noutras necessidades dramáticas que não conseguia visualizar ou pensar em quem poderia interpretar estes papéis. Contudo, logo que fechei a história e me pus a pensar, imaginei logo a Margarida Carpinteiro no papel de Maria e no Orlando Costa como António. Para mim existia algo nos olhos expressivos e bondosos da Margarida que acediam à alma da Maria. Com o Orlando, achei que era ideal para representar o papel romântico deste homem que tem boas intenções mas falha (ou não) tragicamente perdendo-se pelo caminho. Têm os dois uma técnica incrível com a qual fiquei absolutamente pasmado. Para mim eram eles o António e a Maria, e por isso fiquei feliz quando os contactei e decidiram logo participar dizendo-me que gostaram muito do guião.

IF: A secção Cinefondation é só um principio, além de te proporcionar contactos internacionais é um excelente tranpolim. Que podemos esperar de ti a seguir?

SC: Tenciono nos próximos tempos acabar o curso e continuar a escrever. Quero poder filmar a minha primeira longa-metragem em breve. Mais concretamente, o próximo filme será um thriller. E espero poder filmá-lo em Portugal.

 

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Elisa Lleras, en Cannes.

La joven vallisoletana, afincada en Nueva York, Elisa Lleras estará este año en el Festival de Cine de Cannes tras ser seleccionado su corto ‘A Viagem’.

Elisa Lleras inicio sus estudios de Comunicación Audiovisual con 18 años en Madrid, gracias a varias becas tuvo la oportunidad de estudiar en el Reino Unido, y allí comenzó a trabajar en la industria de los videojuegos. Sin embargo, encontró en el cine su vocación y desde 2004 ha producido una gran variedad de cortometrajes de muy diferentes estilos en 4 países diferentes.

Ese mismo año, su cortometraje ‘The Strange Ones’ (Los Extraños) dirigido por Lauren Wolkstein y Christopher Radcliff, fue estrenado en el Festival de Sundance, y ‘A Viagem’ (El Viaje), dirigido por Simão Cayatte, se estrena en mayo en el Festival de Cannes.

Actualmente Elisa está en Nueva York estudiando un master en Producción Creativa Cinematográfica en la Universidad de Columbia con una beca de La Caixa, y está produciendo su primer largometraje, ‘Half the Perfect World’ (La Mitad de un Mundo Perfecto), dirigido por Cynthia Fredette, que se estrenará en Estados Unidos a finales de año.

Por, elnortedecastilla.es

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Festival de Cannes 2011 Cinefondation Selection

The 2011 Festival de Cannes Cinéfondation selection, which presents movies from film schools in the framework of the official selection, features 16 graduate films this year from eleven countries, including two animated movies. The lineup was culled from a whopping 1,589 entries originating from 360 film schools.

The Cinéfondation jury, headed by Michel Gondry, will announce the three Cinéfondation prizes on May 20.

The 64th Festival de Cannes runs from May 11 – May 22.

Cinéfondation Competition:

“Casey Tigers,” directed by Aramisova Famu
“Suu and Uchilkawa,” directed by Nathanael Carton
“The Trip,” directed by Simão Cayatte
“On My Doorstep,” directed by Anat Costi
“The Agony of Sweat of the Human Spirit,” directed by D. Jesse Damazo and Joe Bookman
“Lunchbox Story,” directed by Pieter Dirkx
“The Letter,” directed by Doroteya Droumeva
“Duel Before Nightfall,” directed by Alice Furtado
“Drari,” directed by Kamal Lazraq
“Salsipuedes,” directed by Mariano Luque
“The Wedding Party,” directed by Gaston Margolin and Martin Morgenfeld
“Till Summer Comes,” directed by Pasquale Marino
“Big Muddy,” directed by Jefferson Moneo
“Martha Must Fly,” directed my Ma’ayan Rypp
“Fly by Night,” directed by Son Tae-gyum
“Changeling,” directed by Maria Steinmetz

By Nigel M. Smith (April 14, 2011)

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